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Senhores, é com imenso prazer que vos escrevo estas breves palavras sobre esse tema que certamente pertuba milhares de mentes, estando estas com seus empregos "certos" ou aqueles que buscam ao máximo se qualificar para que esta sagrada ocupação nunca vos falte.

Bem, aqui falo por experiência própria, apesar de há muito ter conhecimento de casos que se assemelham muito ao que me ocorreu recentemente.

Ao ponto:

Você é uma pessoa que cumpre integralmente com suas responsabilidades no seu local de trabalho, executa suas atividades de manaeira exemplar, cumpre seus horários à risca, demostrando sempre estar com disposição ao aprendizado e a novos desafios e conquistas na empresa em que você trabala atualmente. - Não precisa necessariamente ser um funcionário padrão, mas na "média" o suficiente para garantir os resultados esperados para a sua função.

Bem, acontece que por um iportuno do acaso você se encontra desempregado, e agora?

Eis que surgem alguns pensamentos e questionamentos que você faz a si mesmo, assim como palavras tranquilizadores de pessoas próxima a você, que geralmente se resumene significamente quando você está nesse estado de "desempregado":
> Bem, pelo menos tenho uma boa formação e muita experiência na minha área;
> Fica tranquilo, pois você é uma pessoa extremamente inteligente e oportunidade não vai lhe faltar;
> Ah! o dinheiro que recebi da minha idenização dá pra aguentar aí dois meses;
> etc.

Realmente muita coisa parece estar de fato a seu favor, menos o tempo, esse realmente não perdoa, independente de qual o motivo do seu desligamento da empresa em que trabalhava, ou a sua capacidade ocupacional.

Quando se consegue um emprego relativamente rápido, passou-se pelo menso um mês desde que você ficou desempregado.

Um mês é necessariamente equivalente aos custos que você detinha quando empregado, com um agravante, o período agora ocioso lhe faz gerar mais alguns custos que antes estavam guardados na gaveta da ocupação, pois você estava ocupado.

Vamos agora à média, você realmente caiu na média de quase 90% da população que está em transição no mercadod e trabalho, e não conseguiu emprego nos dois primeiros meses posteriores ao seu desligamento porque você aproveitou de tirou umas férias (não programadas), para descansar um pouco e voltar ao mercado de trabalho com gás total. Estamos então falando que já estamos na casa do terceiro mês, e as contas do mês continua pontualmente chegando à sua caixa de correspondência. Assim temos uma pequena equação:

Ressizão - primeiro mês - segundo mês - férias (não programada) - terceiro mês = saldo total

Levando em consideração o tempo médio que cada brasileiro fica empregado, da forma da equação acima, o seu saldo é necessariamente negativo, por quê?

Aí está a forca de quem está desempregado:

Logo no início você "sorteou" algumas contas para pagar somente quando estiver empregado novamente. Lembre-se que seu urrículo é muito bom e seu nível de empregabilidade está namédia, logo, você não demorará a ser contratado.

Essa conta que você sorteou, por mais simples que seja, lhe proporciona o seguinte:
1º mês: a conta está vencendo, e por você vir a se empregar logo, ela não foi paga (foi sorteada para ser paga somente quando você estiver empregado);
2º mês: essa mesma conta ainda não está paga, porém, como geralmente acontece, elá é precedida de outras no mesmo valor (parcelamento em geral);
3º mês: as credoras certamente já lhe comunicaram do atraso e que seu nome será inserido nos programas de proteção ao crédito - TODA SUA EMPREGABILIDADE ACABOU DE ESCORRER PELO RALO!

Lembrando que esse é um exemplo considerando a média de tempo em que uma pessoa fica desempregada.

O que me aconteceu especificamente:
No meu caso, infelizmente não me acontceu dessa forma, talvés não teria demorado tanto tempo para me empregar novamente. Como citei acima, também tirei minhas férias não programadas, pois ninguém é de ferro. em seguida fui à luta, mas alguma coisa deu errado: - não tinha nenhuma conta em aberto em nenhuma loja, não possuia cartão de crédito há um bom tempo, não tinha assim, qualquer indício plausível de inadimplência. Ah! vale ressaltar aqui que o meu desemprego foi voluntário, ou seja, pedi demissão da empresa em que trabalhava, e por isso mesmo verifiquei todas as possibilidades do meu comportamento financeiro para uma esfera de três meses (considerando a média citada acima). Mas algo continuava dando errado.
Foram vários os processos e entrevistas, muitos elogios, mas no "vamos ver", - desculpa, mas infelizmente não foi possível você ficar com a vaga... Isso realmente me deixou intrigado, se não perturbado, pois seguidas vezes, em seguidos processos seletivos era elogiado de maneira muitas vezes até "rasgada", mas nunca conseguia ficar com as vagas.
Resumindo: certo dia fui ao centro da cidade pedir meu negativo em SPC (que estava lindamente NADA CONSTA) e SERASA, onde fui abençoado com um Protesto, isso mesmo, PROTESTO reportado ao 3º Cartório do Ofícil. Tratava simplesmente de uma reclamação do Banco Itaú datada de janeiro de 2006, sendo que eu havia encerrado minha conta em novembro de 2005.
Eu já estava no meu terceiro mês, e a equação já estava praticamente fechada.

Resolvido o problema, uma semana depois estava eu fazendo os exames admissionais.


Pessoal, a intenção dessa explanação se baseia no meu exemplo pessoal, não que eu já não soubesse que ocorresse, mas para isso tem vários ditados que explicam com exatidão, dentre eles "ver para crer".

Assim gostaria de comparilhar alguns aprendizados:

> se você pretende pedir demissão da empresa em que está trabalhando, antes de fazê-lo faça o que vim completar somente três meses depois de estar desempregado: Verifique a sua saúde financeira e faça uma programação de sua autonomia (proibindo-se de sortear contas para pagar depois); tire seu NADA CONSTA dos órgãos SPC e SERASA; Em estando tudo ok, descarte terminantemente aquelas férias não programadas. Somente feito todo esse procedimento, elabore seu currículo e mande brasa.


O mercado infelizmente funciona necessariamente nessa ordem, por isso não vacile nos pontos discutidos acima, pois há muitas oportunidades no mercado, assim como há ainda mais muitas pessoas com habilidades e formação suficiente para ocupar essas oportunidades, mas há, poucas pessoas que juntam todos os fatores EXIGIDOS pelas empresas atualmente.

Talvés agora você entenda um pouco o termo que as empresas e empresários costumam divulgar:

- Temos muitas oportunidades, mas infelizmente não encontramos pessoas com a "qualificação" necessária para ocupar nossas vagas disponíveis.


Muito obrigado pela atenção!


Eliseu Daniel

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